Wednesday, November 28, 2007

Retrato de um gênio

Hideaki Anno. Criador de Evangelion. Diretor de Gunbuster. Lenda urbana.

Como seria se ele fosse entrevistado por crianças em uma escola? Seria assim: http://www.animenewsnetwork.com/buried-treasure/2007-05-03

Evangelion é a minha obra de arte favorita, e sempre é interessante ver como o criador de algo tão fantástico pra mim é. Perturbado, depressivo e solitário descrevem esse que é um dos artistas mais importantes de todo o Japão.

Bônus: Em contra-partida, passaram pra mim o vídeo de uma pessoa estupidamente burra. É engraçadinho:

Portal



Que jogo maravilhoso! Além de um dos melhores jogos que já joguei e de uma das experiências mais legais de duas horas de duração que já tive, foi algo que me fez rir muito. Muito. A GLaDOS é engraçadíssima, e toda a premissa do jogo é muito engraçada. Você enfrenta desafios e arrisca a sua vida para ganhar bolo! Não vou estragar o final do jogo, mas acredite, esse bolo parece suspeito...

Tudo no jogo é muito legal e bem feito. Os gráficos são ótimos, os desafios são divertidos e te obrigam a pensar ("pensar com portais", o lema do jogo) e o humor, como já disse, é constante. Outro feito de Portal é ter o melhor encerramento e a melhor música de encerramento na minha opinião - a música é do Jonathan Coulton e se chama Still Alive. Não lembro de alguma dupla dessas ter me deixado tão alegre quanto a de Portal. Para quem não se importa com spoilers, ou se já viu e quer rever, o encerramento completo pode ser visto aqui, e a letra da música pode ser melhor lida nesse vídeo.

Friday, November 9, 2007

Força de vontade

Valeu, Jefferson!

http://paginas.fotolog.ig.com.br/ig/35/41/1018089/fotolog/2007/11/07/227547.html



"GP da Alemanha (Hockenheim) de 1986, Alan Prost vinha em 3º quando, na última volta na reta da chegada, seu McLaren teve uma pane seca. O francês não se fez de rogado, saiu do carro e cruzou a linha de final EMPURRANDO seu McLaren, chegou em 6º lugar. Até parecia que Prost sabia que o campeonato seria decidido no 'aperto', ele foi o campeão com apenas dois pontos (72x70) a mais sobre Nigel Mansell. Realmente era um professor."


Emocionante.
Fico pensando que hoje não iam dar os pontos pro piloto, que iam desclassificá-lo da corrida e não sei mais o que. Seria muito sem graça.

Thursday, November 1, 2007

Dinheiro não compra felicidade...

... mas 68 mil dólares compram um Nissan GT-R pra mim.



Que carro lindo! Tanto por fora quanto por dentro. O painel digital acima do câmbio foi projetado pela Polyphony Digital, a empresa responsável pela única série de jogos de corrida realista que já me agradou, Gran Turismo. Deve ser bom demais dirigir um carro desses e sentir o gosto de ter DINHEIRO. Quem sabe um dia...

Como se só o carro não fosse bom o suficiente, ainda fizeram um Time Attack nO Anel, Nürburgring Nordschleife, a pista onde um dia irei dirigir:



Só não devo ser tão rápido assim.

Wednesday, October 31, 2007

Much against everyone's advice...

Seguindo uma idéia que o curioso que está escrevendo encontrou, fui na página 161 do "No bunker de Hitler" do Joachim Fest e a quinta frase completa é:

"A primeira obra publicada, já no verão de 1946, com o título Os Últimos Dias de Hitler, foi escrita pelo historiador britânico Hugh R. Trevor-Roper."

Hitler foi o pior líder militar do mundo. Culpa do bigodinho.

Bônus:

Sunday, October 14, 2007

Dodgeball time, bitch!

Hoje revi um dos melhores filmes do mundo: Dodgeball ("Com a Bola Toda" em português). É uma das melhores comédias que eu já vi, totalmente humor pastelão. Tem sacadas muito boas e piadas excelentes, como alguém jogando chaves inglesas na cara de outras pessoas. Não é algo que você veja todo dia. Os personagens são muito bons, Ben Stiller como um idiota e o Vince Vaughn como o protagonista malandrão. Menção honrosa ao personagem Steve the Pirate. É um pirata. Num filme sobre queimada. E não há explicação para o porquê dele ser pirata. GENIAL. O final do filme é fascinante e vai lhe agradar (sim, você mesmo).


Bônus:


A partir de 06:45 esse vídeo começa a fazer sentido aqui.

Wednesday, October 10, 2007

In Rainbows

Quatro anos depois de Hail to the Thief, o Radiohead finalmente lança seu novo disco, In Rainbows. Como não pode deixar de ser, o Radiohead está sempre na vanguarda das novas tendências: o disco foi disponibilizado para download no site oficial de duas maneiras: você pode simplesmente se cadastrar no site e baixá-lo, sem pagar nada por isso, não dando nem o número do cartão de crédito, ou pode escolher quanto quer pagar pelo disco. O valor é em libras esterlinas, e há uma pequena taxa sobre o valor que se quer pagar (0.45 £, eu acho). Eu baixei sem pagar nada, mas pretendo baixar novamente no futuro, dando uma contribuição, ou posso também comprar a edição tradicional, em CD, quando sair. Radiohead merece todo o dinheiro gasto em ambos os casos.

Hora da biópsia:

1. "15 Step" - batidas fortes e por vezes parecendo aleatórias, que me lembraram o Kid A, além do Amnesiac, é claro. Guitarrinhas distorcidas pra completar.

2. "Bodysnatchers" - Gillian Seed ficaria intrigado se fosse vivo. Baixo bem forte no começo, seguido de um ritmo rápido e animado.

3. "Nude" - bem lenta e triste, levada pela voz forte do Thom.

4. "Weird Fishes/Arpeggi" - batida eletrônica rápida ao fundo, é bem animada, contrastando com Nude. O segundo nome da música deve vir do uso de "Arpeggios" na música, uma técnica sobre a qual não tenho competência alguma pra falar.

5. "All I Need" - música bem normal, não me chamou muito a atenção.

6. "Faust Arp" - acústica com violão e voz, com violinos ao fundo. Bem bonita e calma.

7. "Reckoner" - começo totalmente metal, com batidas fortes e uma guitarra dedilhada de leve ao fundo. Depois, a batida dá lugar à voz do Thom com backing vocals, pra depois retomar a batida novamente.

8. "House of Cards" - música falando do amor, das relações que sempre são uma guerra diária, sustentando a paixão como uma casa de cartas mesmo. Um sopro e tudo desaba. Bem bonita.

9. "Jigsaw Falling into Place" - bem animadinha, música "tradicional", quase não parece Radiohead. Parece... Sei lá, Queens of the Stone Age mais "leve".

10. "Videotape" - pianinho; final bem melancólico de disco. Essa aqui tem um toque bem Amnesiac, com sons estranhos acompanhando o piano ao fundo em determinados momentos da música.


No final, o disco é muito bom. Pouco experimental, o que não tem nenhum problema. Pena que tenha poucas músicas (a versão especial em CD que sai em dezembro terá outro disco com mais músicas), mas as que tem valem a pena.

Nota: Thom Yorke continua cantando com uma batata na boca.